A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulga na próxima quinta-feira a lista dos classificados após a segunda convocação da lista de espera para o preenchimento de vagas remanescentes do Sisu 2016. A lista vai conter candidatos classificados que foram chamados na primeira e na segunda convocações; estudantes reclassificados, ou seja, quem já havia sido classificado em sua segunda opção de curso e vai ocupar vaga em sua primeira opção; e também estudantes remanejados, que haviam sido classificados na segunda entrada do curso escolhido e estão sendo remanejados para a primeira entrada deste curso.A relação dos candidatos classificados, reclassificados e remanejados após a confirmação da intenção de matrícula será divulgada no site da Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad).
Até esta sexta-feira a Coordenação do Corpo Discente está recebendo os documentos de candidatos que foram chamados na segunda convocação da lista de espera, divulgada no dia 26 de fevereiro. A Coordenação do Corpo Discente funciona no Campus Recife, na Avenida dos Economistas, s/n, Cidade Universitária, das 8h às 12h e 14h às 17h. O edital, com a lista dos documentos, está disponível no site da Proacad.
Para o Campus Recife, foram convocados candidatos para vagas disponíveis em 25 cursos de graduação, sendo que apenas o curso de Geografia/Bacharelado dispõe de vagas para ampla concorrência (42 candidatos). Todos os demais têm vagas apenas para cotistas.
Já os candidatos convocados para o CAA (sete estudantes para o curso de Administração e 16 estudantes para Medicina, todos cotistas) devem comparecer na Escolaridade daquele centro, localizado na Rodovia BR-104, também hoje e amanhã, das 8h às 12h e 14h às 16h.
sexta-feira, 4 de março de 2016
TODAS AS PROVAS DO NOVO ENEM EM PDF - DOWNLOAD - DE 2009 A 2015
PROVAS DE 2009 (3 provas: anulada, válida e sistema prisional)
2009 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/a enem2009 PROVA 1 1.pdf NAT HUM
2009 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/a enem2009 PROVA 1 2.pdf RED COD MAT
2009 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/b enem2009 PROVA 2 1.pdf NAT HUM
2009 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/b enem2009 PROVA 2 2.pdf RED COD MAT
2009 31 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2009_3_1.pdf NAT HUM (Sistema prisional)
2009 32 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2009_3_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2010 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/c enem2010 PROVA 1 1.pdf HUM NAT
2010 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/c enem2010 PROVA 1 2.pdf RED COD MAT
2010 21www.nucleodeaprendizagem.com.br/d enem2010 PROVA 2 1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2010 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/d enem2010 PROVA 2 2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2011 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/e enem2011 PROVA 1 1.pdf HUM NAT
2011 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/e enem2011 PROVA 1 2.pdf RED COD MAT
2011 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2011_2_1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2011 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2011_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2012 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/f enem2012 PROVA 1 1.pdf HUM NAT
2012 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/f enem2012 PROVA 1 2.pdf RED COD MAT
2012 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2012_2_1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2012 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2012_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2013 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_1_1_GAB.pdf HUM NAT
2013 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_1_2_GAB.pdf RED COD MAT
2013 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_2_1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2013 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
PROVAS DE 2014
2014 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_1_1.pdf HUM NAT
2014 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_1_2.pdf RED COD MAT
2013 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_2_1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2013 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2013_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
PROVAS DE 2014
2014 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_1_1.pdf HUM NAT
2014 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_1_2.pdf RED COD MAT
2014 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_2_1.pdf HUM NAT (Sistema prisional)
2014 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2014 31 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_3_1.pdf HUM NAT (Terceira aplicação)
2014 32 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_3_2.pdf RED COD MAT (Terceira aplicação)
PROVAS DE 2015
2015 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_1_1.pdf HUM NAT
2015 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_1_2.pdf RED COD MAT
2015 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_2_1.pdf HUM NAT (Segunda aplicação)
2015 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_2_2.pdf RED COD MAT (Segunda aplicação)
A terceira aplicação de 2014 foi para apenas 30 candidatos que tiveram problemas na primeira aplicação (falta de energia elétrica). Fizeram a segunda aplicação que é a prova do sistema prisional (e o carro dos Correios com suas folhas de resposta foi roubado). Assim o MEC providenciou uma terceira aplicação (muito bem feita por sinal, com capricho) e abriu um pouco mais a porta para que agora possamos conhecer melhor ainda o banco de questões.
2014 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_2_2.pdf RED COD MAT (Sistema prisional)
2014 31 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_3_1.pdf HUM NAT (Terceira aplicação)
2014 32 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2014_3_2.pdf RED COD MAT (Terceira aplicação)
PROVAS DE 2015
2015 11 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_1_1.pdf HUM NAT
2015 12 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_1_2.pdf RED COD MAT
2015 21 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_2_1.pdf HUM NAT (Segunda aplicação)
2015 22 www.nucleodeaprendizagem.com.br/2015_2_2.pdf RED COD MAT (Segunda aplicação)
A terceira aplicação de 2014 foi para apenas 30 candidatos que tiveram problemas na primeira aplicação (falta de energia elétrica). Fizeram a segunda aplicação que é a prova do sistema prisional (e o carro dos Correios com suas folhas de resposta foi roubado). Assim o MEC providenciou uma terceira aplicação (muito bem feita por sinal, com capricho) e abriu um pouco mais a porta para que agora possamos conhecer melhor ainda o banco de questões.
O gabarito das provas do Sistema Prisional pode ser encontrado clicando AQUI.
Outro site com gabarito das provas do Sistema Prisional: AQUI.
ENEM PPL 2015 -
Segue abaixo os links para download dos 8 cadernos referentes aos dois dias de provas, bem como seus respectivos gabaritos:
Fonte: http://ramonlamar.blogspot.com.br/2013/08/todas-as-provas-do-novo-enem-em-pdf.html
https://www.infoenem.com.br/gabarito-e-prova-do-enem-2015-ppl-digitalizada-pdf/
Engenheiro é 1º lugar em medicina na USP: 'Quero cuidar dos meus pais'
O primeiro colocado em medicina na USP (Universidade de São Paulo) tem uma trajetória incomum: ele foi a apenas algumas aulas do cursinho (elegeu as matérias em que tinha mais dificuldade), trabalhou enquanto estudava para o vestibular (ele dá aulas particulares de matemática e física) e já fez ensino superior (é formado em engenharia civil, também pela USP).
"Engenharia civil é um curso muito legal, mas acabei não optando por trabalhar nessa área porque achei estressante, não gera um bem social. Quero ajudar as pessoas de fato", diz Diego Ohara Silva, que concluiu o ensino médio em escola pública.
"Eu penso em cuidar dos meus pais. Na minha família não tem nenhum médico", comenta.
Escola técnica e cursinhos
Após o ensino médio na rede pública, ele, que não tinha condições de pagar uma faculdade particular, seguiu a dica de uma professora e ingressou no ensino técnico. Ao mesmo em que estudava em uma escola técnica em administração em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, ele se dedicou ao cursinho e conseguiu entrar na Escola Politécnica da USP, a Poli, uma das mais renomadas faculdades de engenharia do país.
"Muitas escolas públicas são fracas. Tem algumas que são modelo e estão entre as mais bem colocadas do Enem por Escola. As minhas foram sempre de bairro. O professor não tem nem perspectiva de falar da existência da universidade pública", avalia.
Foi na época da faculdade que Diego começou a dar aulas particulares de reforço de matemática e física, atividade que exerce até hoje.
Para se dedicar aos planos de fazer medicina, ele precisou manter as aulas como professor ao mesmo tempo que fazia cursinho (Poliedro).
"Acabava selecionando algumas aulas que eu queria assistir. Cada semana era uma logística", explica.
Estudos
O jeito era aproveitar todo e qualquer tempo livre: "Deixei de sair para aniversário de amigo porque tinha que manter um horário para estudar", lembra. E usar o tempo precioso com as disciplinas em que tinha dificuldade: "Não fiquei estudando muito física, por exemplo. Focava nas matérias mais difíceis para mim, que são português, biologia e geografia".
"O importante é você saber o seu defeito e atuar nele", aconselha o rapaz.
Para ele, um dos trunfos da boa colocação foi conhecer modelo de prova da Fuvest. "Fui bem direcionado, sabia o que eles pedem mais. É essencial conhecer o estilo da prova", afirma.
Outra dica: "Você pode ser o melhor aluno, mas, se você não sabe quanto tempo pode perder em cada questão, complica."
Estudante de 17 anos passa em dez vestibulares de medicina e escolhe USP
O estudante Gabriel Baron, recém-saído do ensino médio, conseguiu passar em dez vestibulares de medicina. Dentre as universidades que o aprovaram, estão a USP (Universidade de São Paulo), a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Além das estaduais paulistas, o campineiro de 17 anos passou na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), UFF (Universidade Federal Fluminense), PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas, PUC-SP, São Leopoldo Mandic, Faculdade de Medicina de Jundiaí e Unifae (Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino), em São João da Boa Vista (SP).
Como optou pela USP (Universidade de São Paulo), já está morando na capital e contou ao UOL que está se adaptando aos poucos, tanto à faculdade quanto à cidade. "Está tudo bastante corrido. É muita coisa nova acontecendo. Mudança de escola, de cidade, mas aos poucos estou me adaptando", comentou.
Em relação à escolha da faculdade, ele disse que considerou o fato de a USP ser uma das melhores do país e também por ser bastante voltada à pesquisa, área que ele pretende seguir dentro da medicina.
Rotina de estudos
Gabriel seguiu à risca uma rotina de estudos puxada. "Eu tinha aula de manhã, e ficava às vezes até as 17h30. Quando eu chegava em casa continuava estudando. De três a cinco horas por dia. Só parava para jantar e tomar banho. Nos fins de semana, eu costumava estudar umas sete horas por dia", contou.
Além de estudar pesado, Gabriel conta que neste último ano quase não saía com os amigos e praticamente esqueceu as redes sociais. "Eu saía muito pouco e quase não entrava nas redes sociais. Usava mais para checar coisas relacionadas à minha rotina de estudos", completou.
Até mesmo a música, o principal hobby de Gabriel foi deixada de lado. "Eu toco piano, saxofone, clarinete e flauta transversal, mas até isso eu abandonei para estudar. Mas valeu muito a pena. Eu esperava passar, mas não em todas. Foi uma sensação indescritível", concluiu.
Bom aluno
O estudante sempre foi um exemplo de determinação. Até mesmo os professores do Colégio Notre Dame, onde Gabriel estudou desde pequeno, já esperavam que ele teria sucesso no vestibular e falam dele com muito orgulho.
"Ele sempre foi muito focado. Sempre tirou notas altíssimas em todas as disciplinas, mesmo as que ele dizia não ter muita afinidade. Mas o que mais chamava atenção nele era sua performance participativa. Ele participava de tudo: olimpíadas, aulas de aprofundamento, simulados. Tudo o que a escola oferecia, ele aproveitava, e muito bem", disse Cláudio Panosso, professor de física e coordenador de vestibulares do colégio.
Além disso, o docente destacou a dedicação e o foco de Gabriel. "Ele sempre foi muito focado. Gabriel não começou a se preparar para o vestibular no ano passado. Ele se prepara desde sempre. Ele fez vestibular como treineiro durante o primeiro e o segundo ano do colegial e foi aprovado nas duas vezes. Em cursos menos concorridos, mas foi aprovado. Pra mim, a aprovação nas 10 faculdades não foi grande surpresa. Ele sempre foi um aluno exemplar", conclui Panosso, que acompanhou a rotina do estudante.
O pai dele, Nivaldo Baron, que é ginecologista e obstetra, contou que ficou muito feliz quando Gabriel escolheu ser médico, mesmo sem nenhum tipo de pressão dentro de casa. "Nós o apoiaríamos para qualquer curso, mas claro que ficamos muito felizes com a escolha dele e do irmão. Ver seus filhos seguindo seus passos com certeza é motivo de muita alegria. Para qualquer pai, isso dá uma sensação de dever cumprido", disse.
Fonte: http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/23/estudante-de-17-anos-passa-em-dez-vestibulares-de-medicina-e-escolhe-usp.htm
domingo, 14 de fevereiro de 2016
MEC PREENCHERÁ VAGAS OCIOSAS DO SISU POR NOVO SISTEMA
Com novo sistema, até 150 mil vagas ociosas poderão ser preenchidas
Há, pelo menos, 114 mil vagas ociosas, de acordo com o Ministério, mesmo após as chamadas do SiSU e das próprias universidades. A medida tem o intuito de zerar essa demanda não utilizada.
“Nós queremos todas essas vagas preenchidas com um critério transparente, republicano e meritocrático de acesso. Para isso, vamos mudar o mecanismo de repasse de verba para as instituições federais. O MEC não repassará recurso por vaga, mas sim por matrícula efetivamente realizada. Com o mesmo recurso que nós temos hoje, podemos ter 100 mil alunos a mais nas universidades federais”, afirmou o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, durante coletiva de imprensa em Brasília.
Ainda de acordo com o Ministro, com todas as instituições de ensino superior públicas federais (estaduais e municipais) aderindo, o montante de vagas aumentará para até 150 mil. Com isso, serão mais de 6 milhões de estudantes tendo a oportunidade de ingressar numa instituição pública.
Critérios
Serão utilizados cinco critérios de acesso, sendo o primeiro deles a nota do candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além desse, também será utilizado o desempenho acadêmico do estudante em sua respectiva instituição de ensino e a qualidade do curso de onde se quer mudar. Também será avaliado se o candidato é da região de onde está a instituição desejada ou se ele já possui alguma graduação.
O objetivo com o novo sistema é que não haja cadeiras vazias no ensino superior público federal, que no momento já possui 1.180.068 vagas, com praticamente nenhum custo adicional. A previsão é que o SiSU das vagas remanescentes seja lançado ainda no primeiro semestre de 2016.
*com informações do MEC
CANAL NO YOUTUBE LANÇA AULAS AO VIVO E GRATUITAS PARA VESTIBULANDOS DE MEDICINA
O curso intitulado Foca na Medicina disponibilizará aulas ao vivo por um canal no youtube.
QG do Enem, site online que serve como cursinho preparatório para vestibular via streaming, começou a disponibilizar em seu canal no Youtube algumas aulas ao vivo e gratuitas. Intitulado Foca na Medicina, o projeto oferece amplas explicações sobre os assuntos mais cobrados no vestibular.
O primeiro vídeo foi ao ar no dia 26 de Janeiro, com a matéria de Biologia. Com os professores Rafael Cafezeiro e Fabrício Pinheiro, abordaram o tema Diabetes. A aula durou 1 hora e 20 minutos, e recebeu comentários positivos.
No dia 28 de Janeiro foi ao ar outra aula, dessa vez voltada à Química. Ministrada pelos professores Roberto Mazzel e Jefferson Silva, abordou os assuntos Modelos Atômicos e números quânticos. Dividida em duas partes, a aula durou quase 2 horas.
Não se sabe se voltarão a lançar novas aulas ao vivo e gratuitas pelo youtube, porém, o QG do Enem oferta pacotes de estudo em seu site com preços razoavelmente bons em comparação a outros cursos online.
Os cursos oferecidos por eles são: Preparatório para o ENEM 2016 (Completo), contando com 37 professores e cerca de 440 aulas. Foca na Medicina, com 40 professores e 80 aulas, em grande parte baseado na Biologia e Química, principais assuntos para um vestibulando de Medicina. Há ainda os Cursos de Questões para ENEM e Matemática do Zero, sendo o primeiro composto de 250 aulas e o segundo de 20. Há ainda a oferta do pacote que junta o Preparatório para o ENEM 2016 e o Foca na Medicina.
Nos últimos anos, cursinhos online tem se tornado tendência, e muitos jovens tem optado por eles ao invés dos cursinhos tradicionais presenciais. Os cursos online costumam oferecer aulas ao vivo, monitorias e até mesmo correção de redações. Na área de Redação, há plataformas específicas para correção, à exemplo do Redação Online e do Projeto Redação.
Recentemente as universidades divulgaram a lista de espera relacionada às vagas do SISU do começo do ano, mas grande parte dos vestibulandos, que não conseguiram uma vaga na edição 2016.1, já estão focando em mais um ano de estudo, apesar de que ainda podem conseguir uma vaga no SISU do meio do ano.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Ensino PBL e Tradicional em Medicina
O ensino atual de Medicina foca em uma formação básica junto à formação clínica. Porém, existem metodologias de ensino diferentes, como o método PBL, que estão se popularizando cada vez mais. Essas novas formas de ensino estimulam a participação dos alunos, já nos anos iniciais da graduação, na realidade médica de hospitais e ambulatórios, o que incentiva mais o raciocínio clínico.
O método tradicional
Uma graduação tradicional em Medicina é, normalmente, dividida em 3 ciclos:
Ciclo básico (1º e 2º anos)
Nos dois primeiros anos, são ministradas disciplinas básicas, como anatomia, fisiologia bioquímica, citologia, genética, embriologia, biofísica, microbiologia e parasitologia, que servirão de subsídio para o aprendizado posterior. Em anatomia, por exemplo, os alunos estudam o corpo humano em sala de aula e nos laboratórios, onde ocorrem as dissecações de partes de cadáveres para, assim, aprender sobre ossos, músculos, vasos, nervos e órgãos. Em geral, o contato com pacientes é extremamente reduzido nesses anos iniciais. Em algumas faculdades, os alunos podem atuar nesse período como agentes comunitários nos trabalhos de promoção de saúde e prevenção de doenças em unidades básicas de saúde, creches, centros comunitários e asilos.
Ciclo clínico (3º e 4º anos)
Neste ciclo, os alunos começam a fase clínica e têm contato com pacientes em hospitais e ambulatórios dos hospitais-escola e centros de saúde conveniados. Os estudantes aprendem a realizar anamneses (entrevistas médicas), exames físicos e a analisar e interpretar exames laboratoriais, eletrocardiogramas, raios X, tomografias e ressonâncias magnéticas. Dessa forma, os futuros médicos começam a compreender a relação dessas análises com os exames físicos e as entrevistas realizadas. Também são estudados os fundamentos das especialidades médicas principais, como pediatria, clínica médica, cardiologia, ginecologia, dermatologia, psiquiatria e oftalmologia. Pequenas cirurgias são realizadas, como retirada de cistos e verrugas.
Internato (5º e 6º anos)
Nos últimos anos, o contato com os pacientes e a experiência prática nos hospitais-escola são intensificados, para, assim, aprimorar o raciocínio de diagnóstico. Os estágios e plantões no serviço de emergência são mais comuns, e os alunos aprendem procedimentos de atendimento emergencial e cirúrgico. Pequenas suturas já são feitas de maneira mais independente, entre outros atendimentos mais básicos. Na conclusão do curso, o aluno se forma como médico generalista e, ao se cadastrar no Conselho Regional de Medicina (CRM), recebe o seu número de registro profissional.
O método PBL
O Aprendizado Baseado em Problemas (Problem-Based Learning - PBL) destaca o uso de um contexto clínico para o aprendizado, promove o desenvolvimento da habilidade de trabalhar em grupo, e também estimula o estudo individual, de acordo com os interesses e o ritmo de cada estudante. O aprendizado passa a ser centrado no aluno, que sai do papel de receptor passivo, para o de agente e principal responsável pelo seu aprendizado.Os professores que atuam como tutores (ou facilitadores) nos grupos têm a oportunidade de conhecer bem os estudantes e de manter contato com eles durante todo o curso.
A metodologia do PBL enfatiza o aprendizado auto-dirigido, centrado no estudante. Grupos de até 12 estudantes se reúnem com um docente (tutor ou facilitador) duas ou três vezes por semana. O professor não "ensina" da maneira tradicional, mas facilita a discussão dos alunos, conduzindo-a quando necessário e indicando os recursos didáticos úteis para cada situação.
Uma sessão tutorial inicial trabalha os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto apresentado; os problemas são primeiramente identificados e listados, e em seguida são formulados os objetivos de aprendizado, com base em tópicos considerados úteis para o esclarecimento e a resolução do problema (sete passos). Na etapa seguinte os estudantes vão trabalhar independentemente, na busca de informações e na sua elaboração (estudo auto-dirigido) antes da próxima sessão tutorial, quando as informações trazidas por todos serão discutidas e integradas no contexto do caso-problema.
A metodologia do PBL é considerada ideal para os estudantes que:
Têm iniciativa para estudar por conta própria;
Sentem-se à vontade formulando objetivos de aprendizado flexiveis mesmo que apresentem, por vezes, alguma ambiguidade;
Aprendem melhor com leitura e discussão;
Consideram desejável que seu aprendizado seja sempre em um contexto clínico.
fonte:http://www2.unifesp.br/centros/cedess/pbl/
http://poliedromedicina.com.br/As%20Faculdades/O%20m%C3%A9todo%20PBL.html
O método tradicional
Uma graduação tradicional em Medicina é, normalmente, dividida em 3 ciclos:
Ciclo básico (1º e 2º anos)
Nos dois primeiros anos, são ministradas disciplinas básicas, como anatomia, fisiologia bioquímica, citologia, genética, embriologia, biofísica, microbiologia e parasitologia, que servirão de subsídio para o aprendizado posterior. Em anatomia, por exemplo, os alunos estudam o corpo humano em sala de aula e nos laboratórios, onde ocorrem as dissecações de partes de cadáveres para, assim, aprender sobre ossos, músculos, vasos, nervos e órgãos. Em geral, o contato com pacientes é extremamente reduzido nesses anos iniciais. Em algumas faculdades, os alunos podem atuar nesse período como agentes comunitários nos trabalhos de promoção de saúde e prevenção de doenças em unidades básicas de saúde, creches, centros comunitários e asilos.
Ciclo clínico (3º e 4º anos)
Neste ciclo, os alunos começam a fase clínica e têm contato com pacientes em hospitais e ambulatórios dos hospitais-escola e centros de saúde conveniados. Os estudantes aprendem a realizar anamneses (entrevistas médicas), exames físicos e a analisar e interpretar exames laboratoriais, eletrocardiogramas, raios X, tomografias e ressonâncias magnéticas. Dessa forma, os futuros médicos começam a compreender a relação dessas análises com os exames físicos e as entrevistas realizadas. Também são estudados os fundamentos das especialidades médicas principais, como pediatria, clínica médica, cardiologia, ginecologia, dermatologia, psiquiatria e oftalmologia. Pequenas cirurgias são realizadas, como retirada de cistos e verrugas.
Internato (5º e 6º anos)
Nos últimos anos, o contato com os pacientes e a experiência prática nos hospitais-escola são intensificados, para, assim, aprimorar o raciocínio de diagnóstico. Os estágios e plantões no serviço de emergência são mais comuns, e os alunos aprendem procedimentos de atendimento emergencial e cirúrgico. Pequenas suturas já são feitas de maneira mais independente, entre outros atendimentos mais básicos. Na conclusão do curso, o aluno se forma como médico generalista e, ao se cadastrar no Conselho Regional de Medicina (CRM), recebe o seu número de registro profissional.
O método PBL
O Aprendizado Baseado em Problemas (Problem-Based Learning - PBL) destaca o uso de um contexto clínico para o aprendizado, promove o desenvolvimento da habilidade de trabalhar em grupo, e também estimula o estudo individual, de acordo com os interesses e o ritmo de cada estudante. O aprendizado passa a ser centrado no aluno, que sai do papel de receptor passivo, para o de agente e principal responsável pelo seu aprendizado.Os professores que atuam como tutores (ou facilitadores) nos grupos têm a oportunidade de conhecer bem os estudantes e de manter contato com eles durante todo o curso.
A metodologia do PBL enfatiza o aprendizado auto-dirigido, centrado no estudante. Grupos de até 12 estudantes se reúnem com um docente (tutor ou facilitador) duas ou três vezes por semana. O professor não "ensina" da maneira tradicional, mas facilita a discussão dos alunos, conduzindo-a quando necessário e indicando os recursos didáticos úteis para cada situação.
Uma sessão tutorial inicial trabalha os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto apresentado; os problemas são primeiramente identificados e listados, e em seguida são formulados os objetivos de aprendizado, com base em tópicos considerados úteis para o esclarecimento e a resolução do problema (sete passos). Na etapa seguinte os estudantes vão trabalhar independentemente, na busca de informações e na sua elaboração (estudo auto-dirigido) antes da próxima sessão tutorial, quando as informações trazidas por todos serão discutidas e integradas no contexto do caso-problema.
A metodologia do PBL é considerada ideal para os estudantes que:
Têm iniciativa para estudar por conta própria;
Sentem-se à vontade formulando objetivos de aprendizado flexiveis mesmo que apresentem, por vezes, alguma ambiguidade;
Aprendem melhor com leitura e discussão;
Consideram desejável que seu aprendizado seja sempre em um contexto clínico.
fonte:http://www2.unifesp.br/centros/cedess/pbl/
http://poliedromedicina.com.br/As%20Faculdades/O%20m%C3%A9todo%20PBL.html
domingo, 10 de janeiro de 2016
Planilha com Pesos das Uni de Medicina pelo Sisu 2016
Planilha com Pesos das Uni de Medicina pelo Sisu 2016,
É só baixar e editar somente os campos a esquerda, logo acima da "MÉDIA ENEM", que o resto ele calcula sozinho.
Para baixar Clique Aqui!

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