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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Nove universidades de MG ainda têm 5029 vagas em aberto; UFMG tem a maior lista
Um mês após a
primeira chamada, quase um terço das cadeiras nas federais de Minas não
foram preenchidas, aumentando a expectativa de alunos. Só na UFMG, há
35,6 mil na lista de espera
Estudantes enfrentam nova batalha para ingressar no
ensino superior. Desta vez, o campo de luta é a lista de espera do
Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Um mês depois da divulgação do
resultado da primeira chamada, não foram preenchidas pelo menos 32% das
vagas oferecidas neste primeiro semestre nas universidades federais em
Minas Gerais.
Em alguns câmpus, há uma espécie de “vestibular” à vista, dada a quantidade de inscritos na lista de espera – apenas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 35,6 mil candidatos alimentam o sonho de se tornar calouros. A expectativa das instituições é de continuar chamando estudantes até meados de março.
De 15.710 cadeiras oferecidas pelas nove instituições que informaram a quantidade de convocados em terceira chamada, pelo menos 5.029 estão em aberto. As universidades federais de Lavras (Ufla) e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) ainda não sabem quantos candidatos chamarão, pois estão recebendo e analisando documentos de matrícula de calouros cotistas da lista anterior.
A lista de espera comprova que a dança das cadeiras do Sisu ainda está longe de terminar. Há possibilidade de aumento do número de vagas em aberto. Podia participar dessa lista quem não foi aprovado na primeira e na segunda chamadas, além dos selecionados para a segunda opção de universidade, independentemente de terem feito matrícula. Por isso, é permitido a alguém que se matriculou numa instituição, mas foi convocado para outra da primeira escolha, desistir da inscrição já feita. Com isso, abrem-se mais oportunidades.
Em números absolutos, a UFMG tem a maior quantidade de cadeiras a serem ocupadas: 947. O número de estudantes interessados na lista de espera é de mais da metade do total de inscritos em vestibulares anteriores, quando houve cerca de 60 mil candidatos. A universidade, que se destacou no Sisu como a mais concorrida do país, com 52,65 candidatos por vaga, enfrenta agora outra disputa acirrada, com 37,6 alunos interessados em se matricular. Para medicina, um dos cursos mais cobiçados, foram convocados 28 alunos.
A instituição com a maior proporção de vagas em aberto é a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Uberaba. De 844 cadeiras oferecidas, 400 ainda estão à espera de alunos (47,4%). Medicina, o curso mais tradicional da instituição, registrou a maior quantidade de matrículas nas duas primeiras chamadas: foram preenchidas 73% das vagas – 11 (de 40) serão disputadas na lista de espera. O curso com a maior oferta é o de geografia, que teve apenas 27% das matrículas concretizadas.
UBERLÂNDIA A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) registra índices parecidos: 47,1% das vagas ainda não preenchidas representam 880 matrículas que ainda podem ser feitas. Na sequência, vêm as federais de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, e de Ouro Preto (Ufop), na Região Central do estado – 34,9% do total ofertado ainda está em aberto. Na Ufop, há 429 cadeiras. Os cursos com mais vagas são jornalismo (23); administração; farmácia e pedagogia (21 cada); e letras (20).
A UFV registra a maior quantidade de cadeiras em números absolutos (910) e espera grande disputa para agronomia. O curso mais tradicional da universidade é o que tem mais vagas (85 de 210), seguido por educação infantil (39), economia doméstica e pedagogia (37 cada). A expectativa é fazer até 10 chamadas, metade daquelas registradas em anos anteriores, de acordo com Gilberto Filho de Freitas, chefe do Serviço de Graduação da Diretoria de Registro Escolar. A última está programada para 18 de março. Para evitar a sobra de vagas, serão convocados até 10 candidatos/cadeira.
Freitas atribui a dinâmica às características do Sisu. “O aluno tem muitas oportunidades, tanto aquele que está estudando no local que não era de sua preferência quanto aquele que não entrou nas duas primeiras chamadas. Ficou bom para todos: o estudante sai por opção própria e quem chega vem feliz da vida”, diz.
DISPUTA
Na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), 304 vagas (17,5% do total) alimentam a esperança de estudantes que desejam ingressar no ensino superior. A seleção é apertada, com 42,8 candidatos em busca de uma cadeira, levando em conta a classificação no Enem. A instituição teve 13 mil inscritos na lista de espera, superando a concorrência da primeira chamada, quando houve 34,4 interessados a cada vaga.
O coordenador de Assuntos Acadêmicos da UJFJ, José Fonseca Marangon, informa: apesar da disponibilidade, houve queda expressiva de desistências de matrículas. Em relação a 2013, elas passaram de 40% para 34% entre os aprovados em primeira chamada. A última convocação será em 2 de abril. As aulas começam em 17 de março. “Esse é o número mínimo de vagas oferecidas, pois pode haver mais desistências. Ano passado, foram seis reclassificações. Como instituição pública, não podemos deixar vagas ociosas. Caso isso ocorra, elas serão destinadas para a seleção do segundo semestre”, informa Marangon.
A Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), no Campo das Vertentes, é a que tem menos vagas (199) disponíveis, de acordo com levantamento parcial da Comissão Permanente do Vestibular (Copeve). Na primeira chamada, quase 90% das matrículas foram efetivadas.
ANGÚSTIA
A estudante Isadora Werneck, de 18 anos, foi aprovada para direito na Ufop, mas cancelou a matrícula ao ser convocada pela UFMG, sua primeira opção. A espera foi angustiante. Na primeira chamada, a garota deixou de ser classificada por uma diferença de três pontos em relação ao último colocado. Na segunda vez, foram convocados 25 candidatos ao período noturno. Isadora, a 26ª da lista, ficou de fora novamente por uma diferença mínima – apenas 0,02.
A jovem estudante não teve dúvidas em aderir à lista de espera, confiante em nova chance na UFMG. “Fiquei muito aflita, mesmo com todos me tranquilizando. Estou muito feliz agora, pois vou cursar a universidade no turno que sempre quis”, conclui.
Em alguns câmpus, há uma espécie de “vestibular” à vista, dada a quantidade de inscritos na lista de espera – apenas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 35,6 mil candidatos alimentam o sonho de se tornar calouros. A expectativa das instituições é de continuar chamando estudantes até meados de março.
De 15.710 cadeiras oferecidas pelas nove instituições que informaram a quantidade de convocados em terceira chamada, pelo menos 5.029 estão em aberto. As universidades federais de Lavras (Ufla) e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) ainda não sabem quantos candidatos chamarão, pois estão recebendo e analisando documentos de matrícula de calouros cotistas da lista anterior.
A lista de espera comprova que a dança das cadeiras do Sisu ainda está longe de terminar. Há possibilidade de aumento do número de vagas em aberto. Podia participar dessa lista quem não foi aprovado na primeira e na segunda chamadas, além dos selecionados para a segunda opção de universidade, independentemente de terem feito matrícula. Por isso, é permitido a alguém que se matriculou numa instituição, mas foi convocado para outra da primeira escolha, desistir da inscrição já feita. Com isso, abrem-se mais oportunidades.
Em números absolutos, a UFMG tem a maior quantidade de cadeiras a serem ocupadas: 947. O número de estudantes interessados na lista de espera é de mais da metade do total de inscritos em vestibulares anteriores, quando houve cerca de 60 mil candidatos. A universidade, que se destacou no Sisu como a mais concorrida do país, com 52,65 candidatos por vaga, enfrenta agora outra disputa acirrada, com 37,6 alunos interessados em se matricular. Para medicina, um dos cursos mais cobiçados, foram convocados 28 alunos.
A instituição com a maior proporção de vagas em aberto é a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Uberaba. De 844 cadeiras oferecidas, 400 ainda estão à espera de alunos (47,4%). Medicina, o curso mais tradicional da instituição, registrou a maior quantidade de matrículas nas duas primeiras chamadas: foram preenchidas 73% das vagas – 11 (de 40) serão disputadas na lista de espera. O curso com a maior oferta é o de geografia, que teve apenas 27% das matrículas concretizadas.
UBERLÂNDIA A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) registra índices parecidos: 47,1% das vagas ainda não preenchidas representam 880 matrículas que ainda podem ser feitas. Na sequência, vêm as federais de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, e de Ouro Preto (Ufop), na Região Central do estado – 34,9% do total ofertado ainda está em aberto. Na Ufop, há 429 cadeiras. Os cursos com mais vagas são jornalismo (23); administração; farmácia e pedagogia (21 cada); e letras (20).
A UFV registra a maior quantidade de cadeiras em números absolutos (910) e espera grande disputa para agronomia. O curso mais tradicional da universidade é o que tem mais vagas (85 de 210), seguido por educação infantil (39), economia doméstica e pedagogia (37 cada). A expectativa é fazer até 10 chamadas, metade daquelas registradas em anos anteriores, de acordo com Gilberto Filho de Freitas, chefe do Serviço de Graduação da Diretoria de Registro Escolar. A última está programada para 18 de março. Para evitar a sobra de vagas, serão convocados até 10 candidatos/cadeira.
Freitas atribui a dinâmica às características do Sisu. “O aluno tem muitas oportunidades, tanto aquele que está estudando no local que não era de sua preferência quanto aquele que não entrou nas duas primeiras chamadas. Ficou bom para todos: o estudante sai por opção própria e quem chega vem feliz da vida”, diz.
DISPUTA
Na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), 304 vagas (17,5% do total) alimentam a esperança de estudantes que desejam ingressar no ensino superior. A seleção é apertada, com 42,8 candidatos em busca de uma cadeira, levando em conta a classificação no Enem. A instituição teve 13 mil inscritos na lista de espera, superando a concorrência da primeira chamada, quando houve 34,4 interessados a cada vaga.
O coordenador de Assuntos Acadêmicos da UJFJ, José Fonseca Marangon, informa: apesar da disponibilidade, houve queda expressiva de desistências de matrículas. Em relação a 2013, elas passaram de 40% para 34% entre os aprovados em primeira chamada. A última convocação será em 2 de abril. As aulas começam em 17 de março. “Esse é o número mínimo de vagas oferecidas, pois pode haver mais desistências. Ano passado, foram seis reclassificações. Como instituição pública, não podemos deixar vagas ociosas. Caso isso ocorra, elas serão destinadas para a seleção do segundo semestre”, informa Marangon.
A Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), no Campo das Vertentes, é a que tem menos vagas (199) disponíveis, de acordo com levantamento parcial da Comissão Permanente do Vestibular (Copeve). Na primeira chamada, quase 90% das matrículas foram efetivadas.
ANGÚSTIA
A estudante Isadora Werneck, de 18 anos, foi aprovada para direito na Ufop, mas cancelou a matrícula ao ser convocada pela UFMG, sua primeira opção. A espera foi angustiante. Na primeira chamada, a garota deixou de ser classificada por uma diferença de três pontos em relação ao último colocado. Na segunda vez, foram convocados 25 candidatos ao período noturno. Isadora, a 26ª da lista, ficou de fora novamente por uma diferença mínima – apenas 0,02.
A jovem estudante não teve dúvidas em aderir à lista de espera, confiante em nova chance na UFMG. “Fiquei muito aflita, mesmo com todos me tranquilizando. Estou muito feliz agora, pois vou cursar a universidade no turno que sempre quis”, conclui.
quarta-feira, 20 de março de 2013
UFMG anuncia adesão ao Sisu para processo seletivo a partir deste ano
Seleção de estudantes será feita agora pelo Enem e pelo Sisu.
Mudança não afeta aprovados no Vestibular 2013.
A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) anunciou, no início da noite desta terça-feira (19), que o processo seletivo da institutição passará a adotar o Sisu - SIstema de Seleção Unificada. Com a mudança, o vestibular da UFMG, o mais tradicional de Minas Gerais, deixa de ser realizado. "É um avanço que o país está fazendo, dá uniformidade ao tratamento de todas as pessoas independente da região em que moram e da condição social", afirmou o reitor Clélio Campolina. Além de ressaltar que o Sisu permite uma seleção mais democrática, ele disse que a mudança nas universidades aproxima o Brasil do sistema adotado por outros países, adeptos do vestibular unificado.
De acordo com a assessoria de imprensa, o Conselho Universitário decidiu pela adesão ao Sisu em uma reunião nesta tarde. Ainda segundo a assessoria, os estudantes aprovados para começar cursos em 2013 não serão afetados. Já os candidatos ao Vestibular 2014 já sofrerão a alteração, e vão ter que fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e concorrer às vagas do Sisu.
Ainda segundo o reitor, também não haverá alterações no sistema de cotas, que no próximo vestibular terá 25% das vagas reservadas. Os cursos que exigem provas específicas, como música, teatro e belas artes, não estarão disponíveis no Sisu, mas o candidato deve fazer o Enem e, em seguida, os testes de aptidão na instituição.
Com relação à perda da receita originária da taxa de inscrição para o processo seletivo, o reitor explicou que o dinheiro era para arcar com os custos do vestibular. Quando sobrava alguma verba, ela era direcionada para assitência estudantil. Dessa forma, a universidade não terá prejuízos com o fim do vestibular da instituição, afirmou Campolina.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
UFMG está à caça de alunos para o curso de Medicina
Com as aulas a todo o vapor e em pleno setembro, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), quem diria, ainda está à procura de candidatos para ocupar 174 vagas. A maior instituição de ensino superior do estado convoca excedentes de 49 cursos para se matricular amanhã e quinta-feira. Grande parte das cadeiras vazias (24) está no curso de medicina, o mais procurado da instituição e que, no último vestibular, alcançou a concorrência de 50 candidatos por vaga. Procedimento comum entre as instituições particulares, pela primeira vez, a UFMG chega à oitava chamada de aprovados no vestibular 2012 e ao recorde de 116 excedentes convocados em medicina.
A instituição, que ofereceu 6.670 vagas no processo seletivo do ano passado, atribui o quadro a um fenômeno nacional posterior à adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no processo seletivo das instituições públicas de ensino superior e tem na medicina, a maior e mais disputada graduação, também seu efeito mais evidente. Com 24 vagas ainda disponíveis, a UFMG já teve este ano um total de 53 cadeiras à espera de estudantes em medicina, o correspondente a 16% das 320 vagas ofertadas.
O histórico de excedentes convocados no curso dá um panorama da situação. Enquanto em 2010, apenas 17 alunos foram chamados para se matricular tardiamente, esse número passou para 109 no ano seguinte, quando o Enem foi substituído pela primeira etapa do vestibular da UFMG. Este ano, o número de excedentes bate novo recorde com 116 alunos já convocados até agora. Bom para a estudante Raquel Gil, de 21 anos. Classificada na 436ª posição em medicina, ela foi a 116ª candidata chamada na oitava lista de aprovados para se matricular na UFMG.
A notícia mudou os rumos da vida dela, que já estava cursando o primeiro período de medicina em Viçosa e agora, de volta a Belo Horizonte, se prepara para ingressar na federal de Minas. “Imaginei que poderia ser aprovada porque no ano passado chamaram 109 candidatos”, conta, sem conter a felicidade. A garota acredita que o grande número de excedentes convocados esteja relacionado a alunos como ela, que fez vestibular em cinco instituições e foi aprovada em todos eles. “Também tentei no Rio e em São Paulo. Com o Enem ficou mais fácil tentar vestibulares em outros lugares”, afirma.
pró-reitora de graduação da UFMG, Antônia Vitória Aranha, confirma que o aumento do número de chamadas na UFMG está relacionado ao Enem. “Estamos vivendo uma nova realidade e alunos de todos os cantos se inscrevem nos vestibulares das federais. Isso traz uma diversidade interessante, mas também inconvenientes”, ressalta, citando o caso da federal do Acre. “O curso de medicina no Acre, embora tenha sido bem avaliado, não teve nenhum inscrito na primeira chamada. Isso porque os aprovados optam pela universidade mais cômoda para a realidade dele”, conta.
A instituição, que ofereceu 6.670 vagas no processo seletivo do ano passado, atribui o quadro a um fenômeno nacional posterior à adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no processo seletivo das instituições públicas de ensino superior e tem na medicina, a maior e mais disputada graduação, também seu efeito mais evidente. Com 24 vagas ainda disponíveis, a UFMG já teve este ano um total de 53 cadeiras à espera de estudantes em medicina, o correspondente a 16% das 320 vagas ofertadas.
O histórico de excedentes convocados no curso dá um panorama da situação. Enquanto em 2010, apenas 17 alunos foram chamados para se matricular tardiamente, esse número passou para 109 no ano seguinte, quando o Enem foi substituído pela primeira etapa do vestibular da UFMG. Este ano, o número de excedentes bate novo recorde com 116 alunos já convocados até agora. Bom para a estudante Raquel Gil, de 21 anos. Classificada na 436ª posição em medicina, ela foi a 116ª candidata chamada na oitava lista de aprovados para se matricular na UFMG.
A notícia mudou os rumos da vida dela, que já estava cursando o primeiro período de medicina em Viçosa e agora, de volta a Belo Horizonte, se prepara para ingressar na federal de Minas. “Imaginei que poderia ser aprovada porque no ano passado chamaram 109 candidatos”, conta, sem conter a felicidade. A garota acredita que o grande número de excedentes convocados esteja relacionado a alunos como ela, que fez vestibular em cinco instituições e foi aprovada em todos eles. “Também tentei no Rio e em São Paulo. Com o Enem ficou mais fácil tentar vestibulares em outros lugares”, afirma.
pró-reitora de graduação da UFMG, Antônia Vitória Aranha, confirma que o aumento do número de chamadas na UFMG está relacionado ao Enem. “Estamos vivendo uma nova realidade e alunos de todos os cantos se inscrevem nos vestibulares das federais. Isso traz uma diversidade interessante, mas também inconvenientes”, ressalta, citando o caso da federal do Acre. “O curso de medicina no Acre, embora tenha sido bem avaliado, não teve nenhum inscrito na primeira chamada. Isso porque os aprovados optam pela universidade mais cômoda para a realidade dele”, conta.
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