segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Plataformas online para estudar para o Enem

Faltam três meses para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será realizado nos dias 8 e 9 de novembro. Com a proximidade da prova, contar com a ajuda de ferramentas on-line pode ser uma boa opção na hora de revisar os conteúdos. Para ajudar os estudantes que estão nessa fase, confira a lista com dicas de quatro plataformas que ajudam na elaboração de um roteiro de estudos personalizado.
Entre as plataformas selecionadas, três são gratuitas e uma funciona com um plano de assinatura mensal. As ferramentas promovem diagnósticos do desempenho do estudante em diversas disciplinas e indicam os tópicos que ele apresenta mais dificuldade. Com base nesses dados, o aluno tem conhecimento sobre os conteúdos que precisa se dedicar mais.
Confira a lista:
1. Geekie Games: 
Utilizando tecnologias de aprendizado adaptativo, a ferramenta gratuita promove um teste inicial que identifica as principais dificuldades e níveis de proficiência do estudante. Com base nesse diagnóstico, a Geekie Games traça o plano de estudos personalizado para cada aluno, que leva em conta as necessidades e os conteúdos que exigem maior atenção. Além disso, o estudante também tem acesso a aulas disponíveis na própria plataforma.
Baseado na metodologia TRI (Teoria de Resposta ao Item), a mesma usada no exame oficial, o sistema permite a realização de simulados e faz um comparativo da sua pontuação com a nota de corte dos cursos e faculdades que você escolheu prestar.
2. AppProva
Composto por mais de nove mil questões, o aplicativo gratuito testa os conhecimentos dos estudantes de forma divertida e aponta os principais conteúdos que precisam ser estudados. Com três tipos de treino, os estudantes podem escolher entre jogar um quiz, desafiar os colegas ou realizar um simulado nos moldes do Enem.
Conforme o aluno utiliza o aplicativo e responde as questões disponíveis na plataforma, ele tem acesso a um relatório do seu desempenho que permite acompanhar o desenvolvimento em cada uma das áreas de conhecimento contempladas pelo exame do Enem. Além de estar disponível em uma versão mais completa para o Facebook, a ferramenta também pode ser acessada em smartphones ou tablets.
3. Adaptativa
Centrada na disponibilidade de tempo do aluno, a Adaptativa elabora um plano de estudos sobre os conteúdos que o aluno precisa reforçar até a chegada da prova. Dentro da plataforma, o estudante consegue assistir a videoaulas e à resolução de questões de exames anteriores. A partir dos conteúdos que já foram visualizados, dos exercícios resolvidos e dos simulados, a ferramenta apresenta um relatório sobre disciplinas que ainda precisam ser estudadas para atingir a meta.
Durante o primeiro mês, o estudante tem acesso a todos os conteúdos de forma gratuita. Após esse período de experimentação, o usuário pode escolher um plano de assinatura que se enquadra nas suas necessidades.
4. Estudavest
Com soluções que permitem o uso em dispositivos móveis, a plataforma oferece um banco de dados com questões sobre o Enem e os vestibulares de todo Brasil. A partir da resolução dos exercícios, a ferramenta apresenta as estatísticas de evolução diária, além de destacar as disciplinas e conteúdos específicos que necessitam ser aprimorados.
Após realizar um cadastro e resolver os exercícios, o estudante tem acesso a uma classificação no ranking geral, que mostra como está o seu desempenho em relação aos outros usuários cadastrados na plataforma. Entre as opções disponíveis, o aluno pode escolher entre resolver questões sobre temas específicos, fazer provas de exames anteriores ou participar de simulados com novas questões. A ferramenta é gratuita.

sábado, 9 de agosto de 2014

Curso de Medicina da UFPI em Picos oferecerá 30 vagas por semestre

Aconteceu na manhã desta sexta-feira (08), no Auditório novo da Universidade Federal do Piauí Campus de Picos, o I Fórum Macrorregional de Expansão do Ensino Médico. Participaram do evento representantes dos territórios do Vale do Guaribas, Vale do Canindé e Vale do Sambito. O foco principal foi discutir a implantação do urso de Medicina na UFPI de Picos.
“O evento tem o objetivo de divulgar a implantação desse curso de Medicina em Picos. Nós começaremos a ofertar as vagas no próximo ano. Tudo que depende da universidade está sendo feito, o Ministério da Educação também está nos apoiando. Então não temos dúvida que em 2015 nós estaremos aqui ofertando o curso de Medicina para Picos”, pontuou o Magnífico Reitor da Universidade Federal do Piauí, José Arimatéia.
Ele disse que a intenção é que as vagas sejam oferecidas ainda no primeiro semestre. Mas caso não seja possível a oferta acontecerá a partir do segundo semestre de 2015. Serão 60 vagas ao todo, sendo 30 a cada seis meses. Atualmente as instalações de vários cursos da área de Saúde estão sendo adaptadas para receber aulas nos primeiros anos da nova graduação a ser oferecida. “E já licitamos a construção de um novo prédio, aqui dentro do Campus mesmo, para atender o curso de Medicina em todos os seus períodos”, informou José Arimatéia frisando que o curso utilizará a estrutura do Centro de Assistência Médica de Picos (Campi) e o novo Hospital para a capacitação dos alunos.
O Magnífico Reitor finalizou dizendo que o MEC já disponibilizou cerca de R$ 1 milhão e 600 mil reais para as primeiras obras necessárias a implantação do curso. “O MEC também vai liberar para 2015 as vagas de docentes e técnicos administrativos necessários para o curso”. Além de José Arimatéia participaram do I Fórum Macrorregional de Expansão do Ensino Médico outras autoridade entre as quais: coordenador de implantação do curso e professor da UFPI, médico, Erani Maia, o secretário de Estado da Saúde, Mirócles Veras, a diretora do Campus da UFPI de Picos, Alvenir Barros, o diretor do Hospital Regional Justino Luz, José Airton Bezerra, a secretária municipal de Saúde, psicóloga, Ana Eulálio, e o prefeito de Picos, Kleber Eulálio(PMDB).

quarta-feira, 23 de julho de 2014

MEC autoriza 6 cursos de medicina em instituições privadas espalhadas pelo País

Governo busca a expansão das vagas em medicina para alcançar meta do Programa Mais Médicos do Governo Federal

Agência Brasil
O Ministério da Educação autorizou o funcionamento de seis cursos de medicina em instituições particulares. Com isso, serão ofertadas mais 498 vagas no país. A portaria que autoriza os cursos foi publicada nesta quarta-feira (23) no Diário Oficial da União.
As vagas serão distribuídas da seguinte maneira: 42 na Faculdade Meridional, em Passo Fundo (RS), 76 no Centro Universitário Uniseb, em Ribeirão Preto (SP); 100 no Centro Universitário de João Pessoa (PB), 100 na Faculdade das Américas, em São Paulo; 80 no Centro Universitário Franciscano, em Santa Maria (RS) e 100 na Faculdade Integrada Tiradentes, em Maceió.
Mais Médicos
O governo busca a expansão das vagas nos cursos de medicina para alcançar a meta do Programa Mais Médicos que prevê abrir 11.447 vagas em cursos de medicina até 2017 — 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares.
No começo do ano, o ministério autorizou 1,3 mil vagas em instituições públicas e privadas; em maio, foram 420 vagas em universidades federais. No mês passado, foram autorizadas 120 vagasem dois cursos de medicina em instituições privadas.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alunos da lista de espera do Sisu começam a ser convocados

Os estudantes que estão na lista de espera no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam a ser convocados a partir desta segunda-feira pelas instituições de ensino. Nesta etapa, cada instituição participante define os procedimentos para a ocupação das vagas não preenchidas nas chamadas regulares.

É de responsabilidade do estudante acompanhar as convocações e observar prazos, procedimentos e documentos exigidos para a matrícula. Cada instituição publica edital próprio que estabelece essas regas e informa sobre horários e locais de atendimento.

A segunda edição do Sisu de 2014 teve 1.214.259 candidatos inscritos, com crescimento de 54% em relação à mesma edição do ano passado, quando 788.819 estudantes se inscreveram.

O curso mais procurado foi medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com 26,2 mil inscritos e concorrência de 163,8 candidatos por vaga. Em seguida está direito, também na UFMG, com 20,3 mil inscritos e 101,79 candidatos por vaga. Em terceiro lugar, vem o curso de análise e desenvolvimento de sistemas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, que recebeu 18 mil inscrições, 50,22 candidatos por vaga.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação pelo qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção tem duas edições por ano. Puderam participar aqueles que fizeram o Enem de 2013 e não tiraram zero na redação. Nesta edição do meio do ano, o sistema oferece 51.412 vagas. O crescimento da oferta foi inferior ao crescimento da demanda por vagas, 29% em relação ao ano passado.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nova grade curricular para cursos de medicina entra em vigor


As novas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina entram em vigor a partir desta segunda, com a publicação da Resolução 3/2014 no Diário Oficial da União. As escolas de medicina terão até dezembro de 2018 para implementar as mudanças. No entanto, nas turmas abertas a partir desta segunda, o novo currículo terá um ano para ser implementado.

Entre as principais mudanças está o estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS), na atenção básica e no serviço de urgência e emergência. Pela resolução, o internato deve ter a duração mínima de dois anos, com 30% da carga horária cumprida no SUS.

Além disso, os estudantes serão avaliados pelo governo a cada dois anos. A avaliação será obrigatória e o resultado será contado como parte do processo de classificação para os exames dos programas de residência médica. A prova será elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), responsável por avaliações como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Inep tem dois anos para começar a aplicar a avaliação.

As diretrizes curriculares para cursos de medicina vigentes até agora eram de 2001. A reformulação estava prevista desde o lançamento do Programa Mais Médicos. Com essa resolução, o curso de graduação de medicina continuará com seis anos de duração.

A expectativa é que 11.447 vagas em cursos de medicina sejam abertas até 2017 — 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas no mesmo período.



Agência Brasil

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Bolsista do Prouni de Medicina

Exercício da profissão de profissionais Formados no Mercosul SEM REVALIDA;

PORTARIA Nº 734, DE 2 DE MAIO DE 2014
Aprova a Resolução nº 07/2012, do Grupo de Mercado Comum (GMC) do MERCOSUL, que aprova lista de profissões de saúde que são reconhecidas por todos os Estados Partes no Mercosul.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e
Considerando o Tratado de Assunção, de 26 de março de 1991, ratificado pelo Congresso por meio do Decreto Legislativo nº 197, de 25 de setembro de 1991, que versa sobre a constituição de um mercado comum entre a República da Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai;

Considerando o Protocolo de Outro Preto, de 17 de dezembro de 1994, ratificado pelo Congresso por meio do Decreto Legislativo nº 188, de 16 de dezembro de 1995, que versa sobre a estrutura institucional
do Mercosul;

Considerando que a Resolução GMC n° 27/04 aprovou a Matriz Mínima de Registro de Profissionais de Saúde do Mercosul;
Considerando que a Resolução GMC nº 66/06 definiu as profissões que inicialmente foram incluídas na "Matriz Mínima de Registro de Profissionais de Saúde do Mercosul" e que estas devem ser revistas e ampliadas;
Considerando que a denominação dos profissionais da saúde não é a mesma em todos os Estados Partes e a necessidade de identificar as profissões comuns para orientar o trabalho de harmonização delas;
Considerando que a nomenclatura de referência facilitará a comunicação entre os sistemas de informação; e
Considerando que a identificação das profissões comuns no âmbito da saúde também configura uma orientação relativa às prioridades do setor para possibilitar o trabalho de homologação e reconhecimento de títulos que vem sendo desenvolvida, pelo Mercosul educativo, resolve:

Art. 1º Fica aprovada a Resolução nº 07/12, do Grupo Mercado Comum (GMC) do MERCOSUL, que versa sobre a aprovação da lista de profissões de saúde que são reconhecidas por todos os Estados Partes no Mercosul, sem prejuízo de que outras profissões possam ser reconhecidas de forma independente por cada Estado Parte, aprovada na LXXXVIII Reunião Ordinária do Grupo Mercado Comum (GMC), no dia 14 de junho de 2011, em Buenos Aires, Argentina.
Art. 2º O Ministério da Saúde colocará em vigência as disposições legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento à presente Resolução por meio da Coordenação-Geral de Regulação e Negociação do Trabalho em Saúde do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde, da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde
( C G N E T / D E G E RT S / S G T E S / M S ) .
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
ARTHUR CHIORO
ANEXO
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 07/12
PROFISSÕES DE SAÚDE DO MERCOSUL
(REVOGAÇÃO DA RES. GMC Nº 66/06)
TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções N° 27/04 e 66/06 do Grupo Mercado Comum.
CONSIDERANDO:
Que, nos termos do Tratado de Assunção e do Protocolo de Montevidéu, o MERCOSUL tem como finalidade, entre outras, permitir a livre circulação de profissionais.
Que a Resolução GMC Nº 27/04 aprovou a Matriz Mínima de Registro de Profissionais de Saúde do MERCOSUL.
Que pela Resolução GMC Nº 66/06 definiram-se as profissões que inicialmente foram incluídas na Matriz, as quais deverão ser revistas e amplas.
Que, além desses acordos iniciais, é necessário contar com normas básicas harmonizadas para o exercício dos profissionais de saúde.
Que a denominação dos profissionais da saúde não é a mesma em todos os Estados Partes, e corresponde identificar as profissões comuns para orientar o trabalho de harmonização delas.
Que no mesmo sentido é necessário contar com uma nomenclatura de referência para facilitar a tarefa dos sistemas de informação.
Que, além disso, a identificação das profissões comuns no âmbito da saúde também configura uma orientação relativa às prioridades do setor saúde para o trabalho de homologação e reconhecimento de títulos que vem sendo desenvolvido pelo MERCOSUL educativo.

O GRUPO MERCADO COMUM, RESOLVE:
Art. 1º Aprovar a lista de Profissões de Saúde que são reconhecidas por todos os Estados Partes no MERCOSUL que, fazem parte da presente Resolução como anexo, sem prejuízo de que outras profissões
possam ser reconhecidas em forma independente por cada Estado Parte.
Art. 2º Aprovar a Denominação de Referência através da qual as profissões incluídas no anexo serão identificadas na Matriz Mínima de Registro de Profissionais de Saúde do MERCOSUL, com vistas a facilitar o intercâmbio entre os sistemas de informação.
Art.3º Os Estados Partes deverão apresentar em um prazo de 8 (oito) meses as modalidades existentes para a formação e reconhecimento das profissões contempladas nesta Resolução, em conjunto com a
Comissão Regional Coordenadora de Educação Superior do MERCOSUL.
Art. 4º Os organismos nacionais competentes para a implementação da presente Resolução são:
Argentina: Ministerio de Salud de la Nación.
Brasil: Ministério da Saúde.
Paraguai: Ministerio de Salud Pública y Bienestar Social.
Uruguai: Ministerio de Salud Pública.
Art. 5º Revogar a Resolução GMC N° 66/06.
Art. 6º Esta Resolução deverá ser incorporada ao ordenamento jurídico dos Estados Partes antes de 31/XII/2012.
LXXXVIII GMC - Buenos Aires, 14/VI/12.